
O Barroco enquanto associado à música pop, surgiu nos anos 60 como uma fusão da Pop com a música orquestral de influência clássica. Assim ao adicionar as cordas e os sopros á estrutura das suas canções cria-se um som mais rico, mais teatral.
Grupos como os Beach Boys, os Moody Blues, os Zombies, os Beatles, os Rolling Stones, os Left Banke, os Procol Harum, autores como Scott Walker, Harry Nilsson, Van Dyke Parks todos, entre outros, produziram obra com estas características.
Nos anos 90, como reacção a um mainstream Grunge e uma indie Low-fie, surgiu um revivalismo desta estética tendo como representantes principais Neil Hannon e a sua Divine Comedy, os Belle and Sebastian, os Decemberists, os Tindersticks, autores como Sufjan Stevens, Andrew Bird, Antony Hegarty entre outros.
Esta Pop Barroca (Baroque Pop) vai-se generalizando sob a denominação mais alargada de Pop de Câmara (Chamber Pop).
Estão presentes neste programa alguns destes nomes.
A playlist
6 de abril de 2015
A sequência
01 The Decemberists – The Island: Come and See / The Landlord’s Daughter / You’ll Not Feel the Drowning

The Crane Wife, 2006
02 Scott Walker – Montague Terrace (In Blue)

Scott, 1967
03 The Divine Comedy – The Frog Princess

Casanova, 1996
04 John Cale – Andalucia

Paris 1919, 1973
05 Harry Nilsson – Everybody’s Talkin’

Aerial Ballet, 1968
06 The Rolling Stones – 2,000 Light Years From Home

Their Satanic Majesties Request, 1967
07 The Beatles – Tomorrow Never Knows

Revolver, 1966
08 Van Dyke Parks – The All Golden

Song Cycle, 1968
09 The Beach Boys – Heroes and Villains Sections (Stereo Mix)

The Smile Sessions, 2011
10 The Zombies – Care of Cell 44

Odessey and Oracle, 1968
11 Jim O’Rourke – Prelude to 110 or 220 / Women of the World

Eureka, 1999
As imagens
Giovanni Lorenzo Bernini
(1598-1680)







