
Muito de objectivo haveria a dizer sobre a New Wave na sua expressão europeia com a Coldwave polaca e francesa, a Neue Deutsche Welle alemã, a La Movida espanhola, a Novi va! jugoslava, etc… Nos Estados Unidos o fenómeno foi mais conhecido por Synth Pop…
Foi o tempo das Personas!
Sintetizadores analógicos, máquinas de percussão tocados por personagens solenes de vozes frias e distantes e o pessoal a dançar solenemente exibindo a sua personagem.
Salões de baile brotaram nos bairros de má fama das cidades: as novas discotecas e clubes encheram-se destas danças mecânicas ao som destes blips e batidas compassadas, marciais…
E o pessoal dançou e, por um momento, cada um se sentiu único.
As Personas voltaram… agora disfarçadas de pessoas…
A viagem hoje é de Metro.
A playlist
6 de outubro de 2014
A sequência
01 Suicide – Cheree

Suicide, 1977
02 Fad Gadget – State of the Nation

Fireside Favourites, 1980
03 The Flying Lizards – Money (That’s What I Want)

The Flying Lizards, 1980
04 Soft Cell – Tainted Love

Non-Stop Erotic Cabaret, 1981
05 – Nine Circles – Twinkling Stars

Nine Circles, 1982
06 – The Human League – Morale… You’ve Lost That Loving Feeling

Reproduction, 1979
07 – Wall of Voodoo – Lost Weekend

Call of the West, 1982
08 – John Foxx – He’s a Liquid

Metamatic, 1980
09 – The The – Uncertain Smile

Uncertain Smile, 1982
10 – Ruth – Polaroïd / Roman / Photo

Polaroïd / Roman / Photo, 1985
11 – Orchestral Manoeuvres in the Dark – Joan of Arc

Architecture & Morality, 1981
12 – Suicide – Dream Baby Dream

Dream Baby Dream, 1979
A imagem

Pintura de R. B. Kitaj, “If Not, Not” de 1975-76
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